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Vulnerabilidade no Android: mais de 8 mil indícios de malware por dia

A plataforma do Google, líder no marcado de mobiles, detendo 72% dos usuários, encara hoje o cenário dos gigantes. Assim como ocorrido com outros grandes sistemas, como o Windows, também chefe de segmento, o Android vem sendo o alvo direto dos desenvolvedores que exploram estes sistemas com seus malwares. Uma situação já conhecida que hoje se concretiza ao serviço, ameaçando a tranquilidade de seus usuários. Pesquisas recentes realizadas pelo GData trazem números incríveis que indicam a descoberta de mais de 750.000 malwares somente no primeiro semestre de 2017, ou seja, quase 8.400 novos relatórios por dia. O resultado deste trimestre ainda possui valores inferiores ao mesmo trimestre do ano passado. Em 2016 o sistema operativo obteve o recorde global de arquivos maliciosos, somados em mais de 3,2 milhões. Mas, especialistas da própria empresa de segurança estimam que, até o final do ano, 3,5 milhões de infecções sejam registradas.

Um dos principais fatores que levam aos assustadores números é a má distribuição das correções do OS. O número de atualizações disponibilizadas continua sendo baixa, o que amputa a possibilidade de se manter na zona protegida. Segundo dados, a versão mais recente do Android (Nougat) roda em apenas 4,9% dos dispositivos, atrás até mesmo do já ultrapassado Android KitKat, que detêm 20% dos usuários. Muitos optam pela troca de dispositivo, tendo em vistas que, em muitos os casos, as atualizações de software que deveriam ser mensais se quer alcançam seus modelos anualmente.  As recomendações continuam em torno dos antivírus, firewalls, etc., enquanto isso, o cuidado no manuseio de aplicativos, sites e arquivos é também um fator chave quando se trata de segurança.

Android (Versão) Distribuição
2.3. à 2.3.7 (Gingerbread) 0,9%
4.0.3 à 4.0.4 (Ice Cream Sandwich) 0,9%
4.1 à 4.3 (Jelly Bean) 10,1%
4.4 (KitKat) 20%
5.0 à 5.1 (Lollipop) 32%
6.0 (Marshmallow) 31,2%
7.0 à 7.1 (Nougat) 4,9%

Fonte: Google, abril de 2017.

Neste contexto se notam os aparentes problemas enfrentados por aqueles que vêm ao topo dos rankings. Ser o mais utilizado também vem sendo significado de ser o mais visado, o mais objetificado, e as empresas vem sentindo isso na pele com o passar do tempo. O aumento gradual dos casos de malwares e outras pragas existe e precisa ser analisado pelas empresas, e apenas o tempo dirá como isso será feito.

 Fonte: GData, 27 de maio de 2017.

 

E você? Se sente seguro utilizando o Android? Acredita que deveriam existir outras formas de prevenção? Também tem problemas com as atualizações dos sistemas operativos? Deixe o seu comentário!

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